quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Um pôr do sol apoteótico em Toyota!

Após a instabilidade climática do dia 08, do qual você confere clicando aqui, o pôr do sol foi apoteótico. Um dos mais belos que já registrei, misturando sol, nuvens carregadas de neve e céu azul em alguns pontos, até reflexo nos vidros de um edifício consegui registrar. 

Daniel Gimenes








quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Quem se lembra do Dr. Hans Chucrute do Pica-Pau? Ele existe de verdade e vive no Japão!



O tempo ficou completamente maluco em Toyota no dia 08!

O tempo amanheceu aberto no dia 08, logo após fechou, abriu novamente, e a tarde deu um show! Em um espaço de tempo compreendido em 1h e 34m o tempo fechou, nevou, abriu, saiu o sol, fechou e nevou mais forte e abriu de vez. Confira a sequência de fotos que fiz neste dia e o horário em que bati cada foto. 

 O céu começa a clarear e, a nuvem de neve continua soltando os flocos sobre a cidade.
13:44

 A nuvem passa completamente e o tempo abre com vigor.
13:47

 O céu começa a ser tomado por pesadas nuvens novamente e o sol começa a se esconder...
14:49

Tempo fecha feio e a neve cai contudo, a impressão que seria para o dia todo...
15:12 

Impressionante, mas apenas seis minutos depois do auge da nevasca, o tempo abre e o sol brilha novamente, em um céu que permaneceu com nuvens pesadas e esparsas o restante do dia.
15:18


terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

É inacreditável o que alguns porcos fazem conosco...

O Japão é tido e havido como um país com uma população educada acima da média mundial até. A preocupação em não incomodar o próximo, em não falar alto, em ser educado e respeitar os mais velhos, senão são como antes, pelo menos ainda são valores muito, mas muito fortes nesta sociedade da qual estimo e respeito muito. Mas uma coisa chamou muito a minha atenção no último final de semana. Uma família, que como eu, comia lanches do McDonalds no centro comercial Oásis 21 de Nagoia, simplesmente deixou todo o lixo das embalagens dos lanches sobre a mesa e no chão após comerem e foram embora. O que mais me chamou a atenção é que era uma família de japoneses.
Estava na mesa ao lado, na ala fora do restaurante, na praça de alimentação. Vi o casal brincando com os dois filhos meninos, na faixa dos seis aos sete anos aparentemente. Como estava perto, entendi meio que por cima que conversavam sobre a entrada de um dos filhos no Ichinesen, o equivalente ao primeiro ano do ensino fundamental no Japão. Quando estava levantando para ir embora, comecei a recolher minhas coisas e o lixo para levar no cesto da lanchonete, quando eles simplesmente se levantaram e foram embora. Eu pensei que foram pegar algo e voltariam, mas não, lá se foram. Um segurança e algumas pessoas que iriam se sentar para comer limparam a mesa após algum tempo em que permaneceu suja e vazia, mesmo com o lugar totalmente lotado e com pessoas procurando uma mesa para sentar.
Na sequência de fotos que fiz aparece a mesa suja na primeira, na segunda o local sendo limpo pelo segurança e pessoas que iriam se sentar ali, e a última, a foto externa do local onde isso aconteceu, pasmen... Juro mesmo que eu nunca tinha visto tamanha falta de respeito, pelo menos não por parte de uma família japonesa típica, e que aparentava ser, de respeito. Aparentava...

Daniel Gimenes

 A mesa suja após saírem...

 O segurança fazendo a limpeza, auxiliado pelas pessoas que iriam se sentar ali

 O belo local onde os tais porcos sujaram...


sábado, 4 de fevereiro de 2012

O fantasma da repetência, uma questão de consciência.

Quando eu era aluno, o maior “fantasma” que poderia existir era o risco da repetência. Nada era mais assustador e temido. A educação na época, tanto nas escolas, quanto em casa, era bem mais rígida quando comparada aos padrões atuais e, repetir, poderia significar um completo desastre na vida do estudante. O aluno então se esforçava para passar de ano, evitando desta maneira, broncas e castigos dos pais.
            Nas últimas décadas, o tal “fantasma” da repetência foi combatido no Brasil por pedagogos e administradores da educação pública, de forma que ela praticamente não existe mais, principalmente para os alunos do ensino fundamental. Hoje é adotado o sistema de progressão continuada, da qual, como professor, opino que ela foi o golpe final que faltava para a completa queda da qualidade do ensino. Baseado em um sistema utilizado principalmente por países de primeiro mundo, a progressão continuada nivelou por baixo os alunos do ensino público no Brasil. Além deste fato, a progressão cumpre apenas um papel de fornecer números surreais ao governo, muitas vezes utilizados para fazer falsa propaganda da qualidade do ensino brasileiro. Em países como Japão, Estados Unidos e a maior parte das nações europeias, o aluno de fato não repete de ano, mas em alguns deles precisa prestar uma avaliação para ser aceito no ensino médio. Além do histórico de notas ser a principal referência da qual as universidades utilizam para escolher os alunos. No Brasil a realidade é completamente diferente. O postulante a um curso universitário de qualidade precisa passar pela seleção do vestibular. Para obter sucesso em tal “peneira”, ele precisar ter assimilado os conteúdos de forma plena.
            É comum nas escolas públicas do país, alunos que estão até para se formar no ensino fundamental, não saberem ler e escrever corretamente, quanto mais a fazer contas de matemática. Desta forma, o preparo para a intensificação dos estudos no ensino médio, do qual será focado no preparo para o vestibular, será extremamente difícil para tais alunos. Assim sendo, eles dificilmente irão conseguir acompanhar o ritmo dos alunos apenas regulares, quanto mais o ritmo dos melhores preparados para enfrentar o vestibular.
            A repetência não significa o fim da linha para o estudante, se configura na verdade em uma nova chance para ele, do qual ainda está em formação, tanto física quanto de caráter, poder reescrever a própria história escolar. Recebendo desta forma, a chance de se preparar novamente enquanto dá tempo. Claro que deve se fazer o possível para evitar a repetência. O aluno deve se esforçar buscando recuperar as notas ruins, para que a média final não seja baixa e, que possa passar para o próximo ano tendo assimilado uma quantidade considerável do conteúdo ensinado. Em educação, apesar de esta ser ministrada de forma geral para todos, cada caso é único e, merece uma análise cuidadosa da situação por professores, juntamente de pais e alunos.
Temos a impressão de que cada vez mais é preciso chegar mais cedo ao mercado de trabalho. Os pais são levados a pensar que um ano “perdido” com uma repetência, pode abalar seriamente a entrada do filho no mercado de trabalho, além do prejuízo financeiro, principalmente em se tratando de alunos de escolas particulares. Para estes pais eu apenas passo uma pequena informação – Que pena que nós adultos, após um ano do qual “batemos” a cabeça nas mais diversas situações, não podemos voltar atrás e fazer tudo novamente. Já sabendo onde erramos para melhorar e crescer pessoalmente e profissionalmente. O aluno que invariavelmente vier a repetir de ano, teria esta chance, da qual não existirá mais na idade adulta.
            No Brasil, infelizmente, alguns pais chegam até a processar a escola após o filho repetir de ano. Para tais pais seria mais proveitoso o filho ir para o próximo ano sem ter assimilado o mínimo necessário de conhecimentos, a tendência assim sendo é do aluno se acomodar e lavar ano a ano desta forma. Só que tais pais parecem se esquecer de um pequeno detalhe. Aos 17 anos o filho sairá da escola e, terá de enfrentar a dura concorrência do vestibular, recheado de alunos extremamente preparados, assim como um mercado de trabalho, mesmo para os não formados em cursos superiores, extremamente competitivo e cada vez mais exigente com a formação dos contratados.
            Repetir, em determinados casos, faz parte da educação. Ela não representa um fracasso completo, mas sim uma nova chance de aprender. A educação brasileira se deteriorou muito após o fim da repetência na rede pública. Falta hoje mão de obra especializada para as empresas, que fazem parte deste Brasil que tanto cresce economicamente e, estão importando a tal mão de obra mais qualificada. Será que uma educação mais responsável, tanto do governo, quanto das famílias, não mudaria este quadro no futuro? A resposta, invariavelmente, a maioria das pessoas conscientes sabem.

            Daniel Gimenes



quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Caixa de chocolate parecida com cigarro no Japão

Hoje encontrei esta pequena surpresa quando fui ao supermercado. Uma caixa de chocolates em formato totalmente igual ao de uma caixinha de cigarros. Até a tampa, a forma de abrir e o plástico característico estão nela. Achei de um tremendo mal gosto, é algo que faz a criança pensar estar brincando de adulta e, que fumar, no caso, seria normal. Menos pior que os chocolates que vem dentro não possuem forma de cigarros. No  Brasil, há um tempo atrás, existia um caixa de chocolates que se não tinha forma de caixinha de cigarro, os chocolates tinham, até a embalagem deles, da qual uma criança dava a impressão de estar fumando o tal cigarrinho de chocolate na foto da caixinha. Neste ponto o Brasil está a um passo a frente do Japão, tais produtos no Brasil foram proibidos, o que acho correto. Aos defensores do "que não tem anda a ver", eu repito um frase famosa de quem vende anúncios: - Quem não é visto não é lembrando. Portanto, quanto menos mostrarmos, melhor...




terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Psicologia e educação


O recente caso do menino David Mota Nogueira, de apenas 10 anos, que levou o revólver do pai para a escola e disparou contra a professora e, depois correu para uma das escadas da instituição e tirou a própria vida, nos faz refletir sobre o acompanhamento psicológico que recebem os alunos brasileiros.
            Toda escola, pelo menos em tese, possui a presença de pelo menos um psicopedagogo ou até mesmo um psicólogo, mesmo que tais profissionais façam apenas visitas periódicas nas instituições. Não questiono a forma como tal trabalho é realizado, de fato não possuo capacitação para tanto, mas analisando o caso do garoto David, penso que se estivesse sendo realizado um bom trabalho de acompanhamento por parte de um profissional da área, tal tragédia poderia ter sido evitada. Independente da quantidade de psicólogos que a escola municipal Alcina Dantas Feijão, de São Caetano do Sul, venha a possuir, dificilmente, pelo tempo que os alunos passam na instituição e, a quantidade de alunos que a escola possui, 900 em cada período aproximadamente, um bom trabalho de análise psicológica, caso a caso, poderia ter sido feito. Pelo menos diante da realidade atual dos investimentos na educação.
            O caso do garoto David assusta pela forma, ao que tudo indica até o momento, premeditada que foi. O pai do menino, que é guarda municipal, ainda sob o choque da perda do filho de forma tão dura, mal tinha palavras para explicar como o filho, de comportamento dócil, pode levar a arma que possui para a escola e fazer o que fez. Mesmo com o pai retornando na escola para procurar com os filhos a arma momentos antes do crime, o menino negou que tivesse a posse do armamento. Os relatos das demais educadoras, que colheram informações dos alunos de que o garoto iria usar a arma para matar a professora, é o que chama ainda mais a atenção. Primeiro, pela forma fria e premeditada que tudo estava sendo traçado na mente do menino. Segundo, pelo fato dos demais garotos das outras salas, terem dito o que ele tinha em mente apenas após ouvirem os tiros e, não terem informado a direção com antecedência. Terceiro, e o que mais preocupa no final das contas, o aluno era conhecido por ser calmo e apresentar um bom comportamento em sala de aula, sendo inclusive alvo de elogios da professora ferida a tiros.
            Findado o trágico episódio, temos agora mais uma escola manchada por sangue no Brasil, uma criança que tirou a própria vida e, uma professora que escapou por pouco de ter a vida abreviada. Algo que notei de relevante nisso tudo, foram algumas semelhanças com o caso da tragédia de Realengo, acontecido em abril deste ano no Rio de Janeiro. O caso da escola Tasso da Silveira, onde o ex-aluno Wellington Menezes de Oliveira disparou contra vários alunos, matando 12 adolescentes e depois se suicidando. Em ambos os episódios, a ação foi premeditada. Ainda segundo os relatos iniciais do qual dispomos do caso do menino David. Outra semelhança, talvez a mais cruel de todas, é que os dois correram para fora da sala e, se mataram com um tiro na cabeça nas escadarias de ambas as escolas. No primeiro caso houve a rápida ação de um policial militar, que evitou que uma tragédia ainda maior acontecesse, e após ser alvejado na perna pelo policial, o rapaz se matou. No caso do menino de São Caetano do Sul, ele correu para a escada e cometeu suicídio.
            Independente de qualquer verdade sobre o acontecido, não estou buscando afirmar que foi isso ou aquilo. Mas, não teria o garoto David se inspirado no caso do Wellington e a tragédia que provocou em Realengo? Toda tragédia provoca intensa repercussão na mídia, tanto a escrita, quanto a televisiva. Na época do caso em Realengo, escrevi um artigo em meu blog sobre o acontecido, no qual mostrava preocupação de que ações semelhantes viessem a ocorrer, pois tais casos, muitas vezes podem inspirar outros. Claro que os dois fatos possuem uma enorme possibilidade de não ter nada a ver um com o outro, mas, a repercussão midiática do primeiro, levar a crer que, de certa forma, o garoto David possa ter orquestrado a ação que perpetrou com base na tragédia de Realengo.
            Está mais do que na hora dos Estados equiparem todas as escolas com detectores de metais no portão de entrada, assim como já acontece nos Estados Unidos. Infelizmente esta é uma realidade que todos nós gostaríamos que não existisse, mas diante de tais tragédias, tais procedências são necessárias. Escrevi aqui mesmo nesta revista há alguns meses, que a educação precisa evoluir junto com a sociedade. É fato que nunca foi tão perigoso viver nesta tal sociedade quanto é nos dias atuais, a escola deve também estar preparada para lidar com esta violência desmedida e irresponsável da qual vivemos atualmente. Um maior acompanhamento psicológico também seria de extrema necessidade para que o dia a dia nas escolas seja melhor e, que alunos com comportamento estranho, mesmo que de forma sutil, possam ser descobertos e acompanhados o quanto antes. E claro, não menos importante, que os pais não tragam as armas que por ventura possuem para dentro de casa, pelo menos não ao alcance dos olhos dos filhos.

Daniel Gimenes


          

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Rita Lee e Lobão pensam estar acima da lei...

Rita Lee nunca foi nenhuma santa, ela mesmo diz isso. Já usou todo tipo de droga e fez todo tipo de loucura, mas pelo menos tem certo talento musical. O cantor Lobão nunca foi e nunca será santo, é outro famoso usuário de drogas, que como a amiga Rita, costuma querer impor lições de moral em toda a sociedade. Rita Lee, que nunca respeitou um código penal que fosse na vida, simplesmente xingou os policiais de Aracajú em seu último show da carreira, no estado de Sergipe. Segundo consta, foi a própria cantora que pediu policiamento reforçado em frente ao palco. Um grupo de fãs tentou chegar perto dela e os policiais agiram segundo as ordens que tinham para dispersar a multidão. Foi quando a cantora, irresponsavelmente como fez durante toda a carreira, começou a disparar impropérios contra os policias, chamando-os de cachorros e filhos de santas...

      
O caso deve ser visto pelo lado do bom senso. Caso a cantora tenha alguma razão no que estava acontecendo, deveria usá-la com inteligência, e não ofendendo aos policias e os culpando de forma indireta por tudo de errado que aconteceu ainda na época ditadura. Os policiais, apesar de tudo de errado que alguns desta classe de trabalhadores faz, convivem com perigos diários, são pessoas até que se prove o contrário honestas e cumpridoras do seu dever. Cabe a eles manter a paz e a ordem dentro da sociedade, e era o que buscavam fazer no momento em que a cantora começou a ofendê-los.
Rita Lee deve sim ser punida no rigor da lei, ela não está acima dela e nunca estará. O que ela produziu artisticamente durante a vida não a faz diferente de ninguém. Se eu ofender algum policial, vou preso na hora, e com ela não pode ser diferente. Se o for, estaremos perpetuando o sistema de injustiça e descaso para com os mais pobres que marca nosso país. Quem quer que seja, que queira criticar a polícia e o sistema, o faça de maneira racional, e seja de fato um exemplo.
O Lobão, um cantor medíocre, aproveitou para destilar seu veneno no twitter. Pelo microblog ele afirmou não acreditar que prenderam a cantora, sem ainda ter se inteirado dos fatos. Mais uma evidência de que se acham acima da lei no Brasil. Dono de um discurso liberal e ao mesmo tempo critico com o sistema, Lobão apenas se esquece que ele também precisa respeitar as leis para que o sistema funcione de fato. O pseudo cantor ainda afirmou que isso acontecia sempre com ele, que era preso constantemente. Bem, é o que acontece com quem usa e faz apologia às drogas. 
Os dois defendem um país sério e com justiça. Bem, se fosse o caso, de o Brasil ser assim há muito tempo, os dois estariam presos há muitos anos... Até porque nunca andaram na lei, e não venham colocar a culpa na ditadura pelo fato de serem assim, até porque caráter pessoal é igual em qualquer governo... Pessoas como os dois só mudam o foco de com quem e para que se revoltar, nada mais.
Lutar contra a ditadura é uma coisa, querer estar acima da sociedade democrática (pelo menos em tese) , é outra. 
Não gostam de policiais, chamem um carteiro quando estiverem em apuros então... Respeitem os trabalhadores policiais, a maioria deles são honestos e arriscam a própria vida para salvar a sua... 

Daniel Gimenes 

As vomitadas que o Lobão deu no twitter...






Postagem número 666 do meu blog, se é para dar azar, que seja para o cúrintia!

Rapaz, não sou supersticioso, mas com um número como este não dá para brincar... Ao fazer minha última postagem vi que era a de número 665 do meu blog, e a próxima seria o número mais temido do cosmos! Então, se é para zicar, que seja para eles, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Postagem 666, minha única homenagem ao cúrintia em todo os tempos!  

666 postagens do blog Fugindo da Hipocrisia!
A festa é toda sua cúrintia! 


Para que serve uma Al Qaeda quando temos nossos políticos?

O desabamento dos três edifícios no Rio de Janeiro semana passada, me fez mais uma vez não acreditar em meus olhos e ouvidos. Três prédios simplesmente desabaram, o principal deles com 20 andares... Simplesmente caem, matam, e sabe de uma coisa, vai ficar por isso mesmo... O engenheiro responsável pela obra, o Sr. Paulo Sérgio da Cunha Brasil (que sobrenome mais apropriado) já está tentando tirar o dele da reta. Desmentiu as testemunhas com a maior arrogância e prepotência do mundo, falou que não foi contratado para a obra... Cadê os órgãos sexuais competentes para tratar uma tragédia como esta com o rigor que ela merece? Eu disse órgão sexual mesmo, pois é apenas com isto que os políticos, presidentes, diretores e sabe-se mais lá o que neste país parecem se preocupar.
Se já não bastasse o Sérgio Naya, aquele safado da Sersan, que simplesmente construiu prédios com areia da praia que desabaram no mesmo Rio de Janeiro há mais de uma década atrás. Foi preso sim, por pouco tempo e com todo luxo regalia que este safado podia comprar, claro, com o dinheiro que tirou das vítimas que pensaram estar comprando o sonho de uma vida! Mas em 2009 foi sentar no colo do chifrudo, que a justiça seja feita, pelo menos espiritual. Que justiça sem vergonha temos no Brasil, ela é extremamente falha e hipócrita, mesquinha e prepotente. Dá nojo entender dos trâmites políticos do Brasil.
Os vagabundos de Brasília e de cada assembléia estadual deviam ser os responsáveis por tais eventos não se repetirem, mas estão preocupados com alguma coisa? Apenas com os próprios rabos...
Há alguns anos atrás um shopping explodiu em Osasco, matando várias pessoas. Ano passado um restaurante explodiu no Rio de Janeiro e assim vamos. É o tal do maldito jeitinho brasileiro pra tudo, que prioriza a safadeza em detrimento da destreza... É um suicídio social, do qual invariavelmente estamos todos vulneráveis. É um tal de arruma aqui, emenda ali, consegue uma assinatura com ciclano, visto com beltrano e pronto! Um prédio construído na década de 1940, com 20 andares fica em pé até quando o concreto ruir por completo. Vem mais por aí! Podem ter certeza...
No país da safadeza e do jeitinho, o brasileiro morre mais cedo, pode por mais uns 20 na conta por favor... Para que uma Al Qaeda, um Bin Laden, se temos nossos políticos e toda corja de safados em todos os setores da sociedade para manter os brasileiros, pelo menos os mais antenados em completo estado de medo e terror. Uma combinação de nojo e repulsa pelo que fazem com nosso amado país... Há alguns meses atrás o presidente dos Estados Unidos Barack Obama passou ali pertinho, na Cinelândia. Imagine o que seria se fosse no dia da visita dele? Atentado no Brasil, o 11 de setembro persegue o presidente dos Estados Unidos até no Brasil! 
E o que falar da ação do resgate então? O que foi aquilo? Horas depois já tinham enormes escavadeiras sobre os escombros! Não entendo de salvamento nestas condições, mas até onde eu sei e vi até hoje, nunca vi máquinas procurando sobreviventes com suas pás que destroem o que estiver por perto... Me pareceu amador e despreparado o resgate para uma situação assim. Uma pessoa pode passar dias debaixo de escombros, agora, o sujeito sobe encima de tudo com uma escavadeira de algumas toneladas... Brasil sil sil sil!

Daniel Gimenes



quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Cúrintia perde jogo que valia taça que ele mesmo criou! Só rindo mesmo!!!

Rapaz, por esta eu não esperava, pelo menos não desta forma cômica! O cúrintia preparou um campeonato para ele ganhar, na teoria a ideia até que era boa. Pegaram o campeão da série B do brasileiro, a Portuguesa de Desportos, que em teoria seria o último colocado da série A caso a tivesse disputado. Pegaram o campeão da séria A, que eram os próprios cúrintiânus e marcaram um amistoso valendo uma taça com o nome e cara de um dos maiores ídolos do clube, falecido há pouco tempo atrás. Pronto, estava lançada a Copa Sócrates! Era questão de 90 minutos até ela parar na sala de troféus do clube.
Montaram o campeonato, encomendaram e pagaram pela taça, alugaram o estádio do Pacaembu, pagaram a arbitragem, conta de luz, água e tudo o mais e? Perderam! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Só o cúrintia mesmo para fazer um campeonato para ele mesmo ganhar e acabar perdendo! Por isso que eu digo, as derrotas do cúrintia são especiais! Ô mico viu!
Como são-paulino, sou antes de mais nada torcedor fanático de qualquer um que jogar contra o cúrintia, o que a Portuguesa fez ontem ganhou minha torcida não só quando jogar com o timinho, mas para toda a vida!
Mico bom é mico cúrintiânus e não se fala mais nisso!
Mas, vejamos pelo lado prático, ainda bem que perderam, pois se ganhassem, Jesus que aguentasse. Eram capaz de virar para os torcedores rivais e brandarem que são campeões da magnífica e disputadíssima Copa Sócrates, o torneio mais rápido de todos os tempos! Falariam isso pelos próximos cinco séculos no mínimo! É como a tal história do chamado título do IV Centenário que eles possuem. Sempre dizem: "-Somos campeões do IV Centenário". Pensei quando ouvi, nossa, que título fenomenal, deve ter sido uma supercopa, com clubes de toda a parte do mundo e... Era apenas o Campeonato Paulista de 1954, que contou com a presença em todas as suas divisões de clubes como o magnífico Marília Atlético Clube, São Bento de Sorocaba, XV de Piracicaba, Ferroviária e por aí vai, kkkkk.

Apresentação da taça e do jogo, na sede de quem?

A taça conquistada pela Portuguesa!


 


segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Entre outras mil, és tu Brasil, ó pátria amada! E joga mais ketchup!

              Longe de mim querer afirmar que apenas no Brasil acontecem coisas bizarras, graças a Deus temos China, Japão e Estados Unidos para dividir a fama conosco, segundo as últimas notícias veiculadas no Globo.com, é claro. Mas, que este último caso da simulação de assassinato com ketchup, ocorrido na megalópole de Pindobaçu em Caetano Veloso state, beirou o cúmulo do ridículo.

            Explicando melhor, um sujeito foi contratado para passar a peixeira em uma quenga arretada. A infeliz da contratante pagaria a fabulosa quantia de 1000 reais para que o cabra macho desse cabo da pobre coitada, que segundo ela, estava com gracinhas com seu “home”. Pois bem, no meio do caminho tudo mudou, Carlos Roberto de Jesus, vai vendo, de Jesus, imagine se fosse do capeta... Pois então, o jagunço de esquina se engraçou com a tal da vítima, a distinta Iranildes Arruda. Os dois então capricharam no “nheco nheco”, e resolveram pegar a grana do “serviço” e rachar entre eles. Para tanto, precisavam formalizar o trato com uma foto do “presunto”. Nada mais natural que fingir o assassinato, com a suposta vítima parecendo um Misto-Quente afogado em ketchup.
            Com tamanha engenhosidade, a dupla enviou a foto para a contratante, que pagou o valor combinado e depois foi informada que a quenga estava vivinha da silva, ou melhor, da Arruda. Foi então que Nilza Pereira Simões, uma psicopata de vila, resolveu defender seus direitos conforme o código de defesa do consumidor. Foi até o forte mais próximo e reclamou com o Xerife que tinha sido roubada. Investigação vai e vem, logo descobriram que a “Nirza” era na verdade a mandante do crime que não ocorreu. Pois bem, resolveram prendê-la por tentativa de assassinato e os dois pombinhos, agora ricos, com uma poupança de 500 reais cada, indiciados por estelionato.
            Ricos e presos, o casal agora deve pensar em como administrar a fortuna repartida entre ambos enquanto estiverem no xadrez, claro, para fazer um pé de meia para quando saírem. Ficarão espertos obviamente com a dona “Nirza”, pois das duas uma, ou ela pode pagar os serviços de alguma “empresa” de matadores de “aluguer” mais competente, ou ela denuncia o Carlos Roberto do Capeta no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito). Imagine só a cena, a “Nirza” chegando com um vestido preto, com estampas de girassóis, no balcão do órgão genital público e diz:
“Óia aqui uma coisa seu moço, quero denunciá um cabra da peste que não trouxe a defunta e ainda levou a bolada. Ou vosmicê dá conta de prender o safado ou eu mesmo passo a peixeira nos dois!”.
É isso aí, Brasil sil sil sil!  
           
            Daniel Gimenes


sábado, 14 de janeiro de 2012

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Exemplos de globalização no Japão

O Japão é dentre os países, um dos que mais representam o processo de globalização. Eu preparei aqui dois exemplos presentes em meu dia a dia que evidencia isso. Abaixo duas fotos, a primeira eu, que sou brasileiro, que vivo no Japão, bati em uma esquina do país, onde aparecem as bandeiras da Índia e do Nepal, bem ao lado de um restaurante que serve comidas típicas dos dois países. Do outro lado da rua um restaurante estadunidense, o McDonalds. Quer mais globalização do que a presente nesta esquina? Mais abaixo duas latinhas de café, do qual na maior parte é importado de algum país africano ou da América do Sul. O nome do café é Amarelo, uma palavra em português. Ainda na lata dá para ler as palavras blend e explorer do idioma inglês. As latas estavam a venda em uma loja de conveniência 24 horas que tem sua matriz nos Estados Unidos, o 7 Eleven e, mais uma vez, era eu, um brasileiro que vivo no Japão que bateu a foto, com um celular com peças montadas em várias partes da Ásia e de design estadunidense.

Daniel Gimenes




Fotos do céus fantásticas em Toyota

Hoje foi um dia atípico, pelo menos com relação ao céu na região da província de Aichi no Japão, mais precisamente na cidade de Toyota. Em virtude do clima temperado oceânico japonês, uma rara combinação de nuvens, céus e sol deram o tom de uma verdadeira obra de arte no céu da cidade. Nuvens carregadas, não de chuva, mas nuvens de neve que não caíram. O horizonte caprichosamente descoberto pelas nuvens e um enorme buraco no meio delas, por onde foi possível ver o céu azul, formaram o belo cenário, que contou também com algumas raras gotas de chuva e alguns pequenos e dispersos flocos de neve. Dia assim novamente será difícil de se repetir. Ao final da tarde, com o sol tendo acabado de se pôr, as nuvens agora mais dispersas coloriram com a ajuda dos raios solares o magnífico céu. Um dia ímpar, valeu a pena!

Daniel Gimenes






terça-feira, 10 de janeiro de 2012

As diferenças entre ricos! e pobres.

As diferenças começam logo no ponto que acompanha o nome de cada um. A palavra rico recebe um ponto de exclamação na maioria dos casos em que é usada ao final de uma frase, quer um exemplo? Então tá:

-Fulano ficou rico! Riquíssimo!

Pois bem, no caso do pobre:

-Beltrano é pobre.

Veja bem, enquanto ser rico é algo notável, a ponto de receber uma exclamação, ser pobre é ponto final e não se fala mais nisso.



Talvez do que o pobre mais deva se ressentir, deva ser o fato da principal e mais notada diferença da grafia usada para diferenciar sua classe social para a dos ricos seja apenas uma letra. Isso mesmo, pobre é com P no início, se fosse rico, teria N, de nobre! Olha aqui o ponto de exclamação mais uma vez! E outra!
             Continuando a sopa de letrinhas (que rico nenhum come, mas quem foi pobre comeu e muito na infância), vou fazer aqui uma analogia entre como as palavras que diferenciam pobres e ricos, que usam as mesmas letras em seu final, mesmo semelhantes fazem toda a diferença.

Vejamos, no caso do “ando” temos:

Enquanto o rico está passeando, o pobre está trabalhando. Enquanto o rico está gastando, o pobre está quebrando. Enquanto o rico está amando, o pobre está chorando. Enquanto os ricos param no meio do shopping e ficam papeando, os pobres se fizerem o mesmo acabam apanhando. Um pobre quando vê um rico fica babando, enquanto o rico para um pobre está cagando.

Outro caso interessante é o do “ado”, vejamos:

Filho de rico é mimado, filho de pobre é coitado. Rico até fica viciado, mas só pobre é condenado. Enquanto rico é presenteado, o pobre é usurpado. Filho de rico é abonado, filho de pobre é menor abandonado. Rico é bem aventurado, pobre é um ferrado.

Também não posso me esquecer do “endo”, veja só:

Enquanto o rico está enriquecendo, o pobre está empobrecendo. Com o passar do tempo o rico vai se fortalecendo, enquanto o pobre vai enfraquecendo. Enquanto o rico está crescendo, o pobre vai se rendendo. E enfim, enquanto dos pobres os ricos vão se esquecendo, os pobres nas mãos dos ricos vão se fudendo...

Daniel Gimenes, pobre.



sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

País capitalista é assim: Vendas pós-ano novo no Japão!

Uma das tradições mais marcantes do Japão são as vendas pós-ano novo no país. Isso mesmo, as lojas dos grandes shoppings e até pequenos estabelecimentos salvam mais algum lucro com promoções que fazem o movimento ser até maior do que no Natal, data comercial no país dos samurais. 
A grande vedete de sempre são os sacolões com um conjunto de produtos em venda fechada. Alguns anunciam os produtos que vem dentro, outros são surpresa. No caso dos produtos surpresa, normalmente a pessoa compra na loja de sua preferência, pois possivelmente poderá gostar dos produtos que venham na sacola. Caso goste, a compensação é enorme, pois muitas vezes os produtos vem com um desconto enorme! Chegando em alguns casos a beirar os 70% segundo eu constatei. Os produtos anunciados chegam a ter descontos semelhantes!
Vale tudo para ganhar os fregueses, até garotas com as placas anunciando o preço dos sacolões com megafones improvisados, berrando o dia todo na porta das lojas. Grandes shoppings se tornam desta forma uma verdadeira feira livre. 
País capitalista é isso aí, cria datas e promoções e mantém as vendas sempre lá em cima!